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Crônicas de Uma Sociedade Civil alienada numa esfera pública fictícia

Atualizado: 15 de mar. de 2022

“Fazer ciência é abrir-se para a complexidade da relação entre aqueles que pesquisam e aquilo que é pesquisado. O caminho do saber é um caminho da pergunta e da forma de expressão para a resposta.”


Juremir Machado da Silva


A sociedade capitalista do século XVIII produziu uma ideia de que era possível um mundo onde o trabalhador fosse protegido! Essa sociedade erguia-se numa ótica democrática, com respeito ao espaço público de qualidade, com ofertas de educação, saúde e proteção social para todos. Durou muito pouco, em termos concretos de história de humanidade, essa possibilidade. Contrapondo-se a isso a ideia de ‘privado’, competitividade e desumanidade ganham dimensões épicas, contando inclusive com apoio das classes populares. Não esqueçamos: Marx nos alertou sempre sobre o canto da sereia do capitalismo, o processo de alienação que nos conduz a apoiar aquilo que nos oprime. Produzir Ciência com consciência,

traduzir o cotidiano como algo criativo e impulsionador de liberdade substantiva é tarefa de quem tem no horizonte um mundo sem opressão! Para isso é preciso apontar para tudo que nos enreda no projeto contrário. Precisamos cada vez mais conhecer, estudar para, enfim, podermos enfrentar esses enormes desafios. Tarefa de todos e todas e que aqui começa a ser tecida por esse grupo valoroso de autoras e autores!


BERENICE ROJAS COUTO

Assistente Social e Profa.

Aposentada do PPGSS-PUCRS


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